Precisamos urgentemente de uma analogia não-ideológica sobre o falso heroísmo implantado no tempo atual, no qual desgraçadamente sou contemporânea. É fato (ou deveria ser) que tudo que é implantado no nosso atual, veio de simplesmente, o sempre, seja ele qual for. Toda ideia de certo e errado, de bem e mal, de obediente ou não, tudo isso, sempre existiu. Tudo à nossa volta é modificado para se modernizar.
Os humanos fazem tudo (só não dão sua própria, pois de seu final, o teme) para afirmarem que tudo que dizem é sempre concreto. Todas as instituições (religiosas, políticas, econômicas, judiciárias, sociais, entre tantas e tantas outras, que o humano desaprendeu a viver sem -se é que um dia chegou a viver-), se demonstram seguras e verdadeiras. Ao todo são inverossímeis, mas isso não o vêem. Poderia eu dizer que se tornar cegos, mas acredito que nesse ponto da história, já nascem cegos. É totalmente raro (e hoje descobri que ainda mais raro do que eu imaginava) os que conseguem ver.
Pois bem, quero tratar aqui, de como esses humanos acreditam vilmente, sem nenhum questionamento prévio, que isso mal o sabem fazer (mas acham que sabem, e também acreditam que sua opinião é a correta, sem uma auto-crítica anterior) em tudo que é imposto e implantado. Tudo que, ou o passado trás, ou a mídia implanta, e convenhamos, de uma forma muito facilitada, torna-se cada vez mais fixa. Tratam tudo que é idolatrado, com um heroísmo surpreendente (ou não), que toma conta facilmente da rotina da sociedade.
Tudo que uma minoria (detalhe: sempre essa minoria é já idolatrada pela maioria) diz ser o certo, torna-se lei à toda essa gente que acha demasiado cômodo balançar a cabeça e concordar. É sim, muito mais cômodo concordar do que questionar; mas não é satisfatório.
Mas já não digo que precisamos quebrar esses tabus, é ilusionário demais. Sejamos realistas: as pessoas são apenas subumanos que não querem viver, querem somente sobreviver.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
O silêncio oportuno é mais eloqüente do que o discurso.
Ultimamente, são raríssimas as pessoas que pensam antes de falar. Falam o que pensam, mas não pensam o pensado. Não pensam sobre o quê estão pensando. Apenas pensam, e respectivamente, sem nenhuma reflexão anterior, falam. Jogam ao mundo palavras más acabadas, palavras se quer formuladas. Jogam.. Jogam e deixam com se percam ao vento, sem nenhum sentimento de culpa.
Isso? Um texto. Antes de citá-lo, antes de qualquer julgamento precipitado, pare, meu leitor, pare aqui, e pense. Por favor, nem que seja por somente uma vez, pense nisso, pense sobre o que você pensa. Se não conhece seus pensamentos, mesmo que sem respostas, sem certezas; se não os conhece, a vida se torna uma piada totalmente sem graça.
Ultimamente, são raríssimas as pessoas que pensam antes de falar. Falam o que pensam, mas não pensam o pensado. Não pensam sobre o quê estão pensando. Apenas pensam, e respectivamente, sem nenhuma reflexão anterior, falam. Jogam ao mundo palavras más acabadas, palavras se quer formuladas. Jogam.. Jogam e deixam com se percam ao vento, sem nenhum sentimento de culpa.
Isso? Um texto. Antes de citá-lo, antes de qualquer julgamento precipitado, pare, meu leitor, pare aqui, e pense. Por favor, nem que seja por somente uma vez, pense nisso, pense sobre o que você pensa. Se não conhece seus pensamentos, mesmo que sem respostas, sem certezas; se não os conhece, a vida se torna uma piada totalmente sem graça.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
"O mundo é uma tragédia para os que sentem e uma comédia para os que pensam."
Quando tudo se torna tão nítido que a vida vira uma comédia. Não sei definir se uma comédia seria algo bom ou ruim. O simples fato de respirar já me tornou indefenido. Algo tão involuntário.
E então os olhos clareiam, mostrando cada detalhe, e fazendo com que sua mente grite a cada instante de cada detalhe. E você não sabe se deve se sentir bem por descobrir novas coisas; ou se sentir triste por sua maior descoberta ser que você não tem nenhuma certeza na vida.
E então você simplismente continua. Não por preferência, mas por não ter mais tempo para parar ou voltar atrás.
Quando tudo se torna tão nítido que a vida vira uma comédia. Não sei definir se uma comédia seria algo bom ou ruim. O simples fato de respirar já me tornou indefenido. Algo tão involuntário.
E então os olhos clareiam, mostrando cada detalhe, e fazendo com que sua mente grite a cada instante de cada detalhe. E você não sabe se deve se sentir bem por descobrir novas coisas; ou se sentir triste por sua maior descoberta ser que você não tem nenhuma certeza na vida.
E então você simplismente continua. Não por preferência, mas por não ter mais tempo para parar ou voltar atrás.
sábado, 5 de setembro de 2009
Hey você.
Largue o trabalho aí, vá viver o dia. O sol está radiante, o laranja está pulando, chamando por você.
Hey você.
Largue seus estudos, você não precisa entender a ti mesmo. Vá tomar um sorvete, ou uma cervejinha se preferir.
Hey você, sim, você também.
Não precisa toda essa organização. Já pensou em tentar política?
Não, não. Não chore, isso pode te trazer rugas.
Tente uma maquiagem agora.
Hey você.
Jogue fora todos os compromissos. Você não precisa ter palavra.
Vamos rir até chorar. Ops, não. Chorar não.
Só ria e retoque a maquiagem.
Isso, garota, assim mesmo. Agora compre uma revista Teen, leia sobre as notícias da Disney.
Hey você.
Vamos conversar sobre sua nova técnica de beleza.
Não, não precisa ser real. Você pode sorrir agora.
Seja feliz, Carpe Diem.
Hey você.
"Você pode ser quem você quiser."
Exceto você mesmo.
Largue o trabalho aí, vá viver o dia. O sol está radiante, o laranja está pulando, chamando por você.
Hey você.
Largue seus estudos, você não precisa entender a ti mesmo. Vá tomar um sorvete, ou uma cervejinha se preferir.
Hey você, sim, você também.
Não precisa toda essa organização. Já pensou em tentar política?
Não, não. Não chore, isso pode te trazer rugas.
Tente uma maquiagem agora.
Hey você.
Jogue fora todos os compromissos. Você não precisa ter palavra.
Vamos rir até chorar. Ops, não. Chorar não.
Só ria e retoque a maquiagem.
Isso, garota, assim mesmo. Agora compre uma revista Teen, leia sobre as notícias da Disney.
Hey você.
Vamos conversar sobre sua nova técnica de beleza.
Não, não precisa ser real. Você pode sorrir agora.
Seja feliz, Carpe Diem.
Hey você.
"Você pode ser quem você quiser."
Exceto você mesmo.
Nudo
Quanto mais eu descubro, menos eu sei. Minha mente se perde nas entrelinhas de cada descoberta, e isso me apavora. Se forma um nó, e eu já não sei se quero tentar desvendá-lo. Mas não há tempo pra parar, talvez seja porquê quem está traçando esse nó seja eu mesma. Eu só espero que esse nó não grite por liberdade, já que sei que eu o libertaria, mesmo que com isso, eu enlouquesse.
Mas por sorte há alguém que grita meu nome. Não para que eu volte, mas sim para poder me acompanhar.
Mas por sorte há alguém que grita meu nome. Não para que eu volte, mas sim para poder me acompanhar.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Parabéns mãe (L)
É claro que eu quero registrar tudo que sinto. Como se palavras orais não bastassem. Porém é contraditório, palavras escritas também não bastam. Mas eu comecei e apesar de que ansiar por um final espetacular, sei que não o terei. Só você é espetacular e nada é suficiente para descrever a tua importância em minha vida. Eu posso ser reclamona, mas eu gosto. Gosto de cada atitude sua, gosto de cada mínimo detalhe do seu jeito que me encanta. Um jeito que sei que nunca alcançarei... Mas faço meu máximo para tentar te dar orgulho, apesar de tantos erros. Obrigada por ter paciência comigo.
E hoje é especial, é o seu dia, é o dia que meu destino vinha ao mundo. Para anos depois me trazer ao mundo. Me cuidar, e me proteger. Óh minha mãe, eu te amo demais, minha admiração é você, minha heroína!
Dedicado à Lucimara Fabris.
E hoje é especial, é o seu dia, é o dia que meu destino vinha ao mundo. Para anos depois me trazer ao mundo. Me cuidar, e me proteger. Óh minha mãe, eu te amo demais, minha admiração é você, minha heroína!
Dedicado à Lucimara Fabris.
Mais um dia normal. O padrão de normal é ser bom, dentro do controle. Controle de quem? Porque eu não queria que fosse normal.
E então eu estava estranha. E eu disse que eu estava estranha. Mas me dizeram que logo passaria, que tudo passa.
E então eu me silenciei e tentei procurar um motivo. Não, não pensem que eu estava triste, não estava. Eu só me sentia estranha.
"Estranha como?" Foi o que me perguntaram.
"Como se eu tivesse que fazer algo, mas que não estava fazendo." É, não se desespere, eu também não entendi.
E então me perdi nos pensamentos de novo. Mas foi por pouco tempo.
Por quê?
Porque tudo passa e eu tinha que fazer alguma coisa.
E eu fiz.
Mas eu ainda estou estranha.
E então eu estava estranha. E eu disse que eu estava estranha. Mas me dizeram que logo passaria, que tudo passa.
E então eu me silenciei e tentei procurar um motivo. Não, não pensem que eu estava triste, não estava. Eu só me sentia estranha.
"Estranha como?" Foi o que me perguntaram.
"Como se eu tivesse que fazer algo, mas que não estava fazendo." É, não se desespere, eu também não entendi.
E então me perdi nos pensamentos de novo. Mas foi por pouco tempo.
Por quê?
Porque tudo passa e eu tinha que fazer alguma coisa.
E eu fiz.
Mas eu ainda estou estranha.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
É tão mais fácil deixar tudo como está quando nossas atitudes se tornam paradoxas às nossas palavras. E o sentimento? Não, eu realmente não sei de qual lado ele se encaixa. Ele simplismente se perdeu. O que faz com que eu sinta que tudo está estranho é que eu já não me sinto perdida como antes. Eu vejo por meus próprios olhos. Nos perdemos nos vãos de promessas adiadas. Mas eu continuo inteira, nenhum pedaço de mim se foi. Será que isso quer dizer que o amor acabou? Ou que simplismente nunca existiu? Era tudo ficção? Eu não quero acreditar nisso, mas confesso que isso está me fazendo bem. Complexo...
Se eu jogar tudo pro alto, quem vai me condenar?
E se eu cansar de esperar, quem vai me julgar?
Se o vento fizer minha janela bater, de quem será a culpa?
E se eu desistir de ser feliz, quem vai me tirar do tédio?
O veneno da rotina traz morbidez à minha vida, e só você me faz refletir, só você me provoca o mais sincero sorriso.
Mas suas palavras me confundem, e já não sei se o que penso, são ideias minhas ou se é a sua voz que grita em minha mente.
E se eu cansar de esperar, quem vai me julgar?
Se o vento fizer minha janela bater, de quem será a culpa?
E se eu desistir de ser feliz, quem vai me tirar do tédio?
O veneno da rotina traz morbidez à minha vida, e só você me faz refletir, só você me provoca o mais sincero sorriso.
Mas suas palavras me confundem, e já não sei se o que penso, são ideias minhas ou se é a sua voz que grita em minha mente.
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